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Associados

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Nome: Paulo Jorge Teixeira 915057576 Sandra Melo
Cargo: Presidente e Vogal
Contacto: 22 205 7082
Email: secretaria@povoportuense.pt; presidente@povoportuense.pt; comunicacao@povoportuense.pt
Distrito: Porto
Concelho: Porto
Freguesia: União de Freguesias do Centro Histórico do Porto

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CSSPP - Uma cooperativa aberta à sociedade

Nascida há 112 anos, a Cooperativa de Solidariedade Social do Povo Portuense acaba de se associar à rede Animar. Criada por operários portuenses, para colectivamente acerem à cultura, instruírem-se e acudirem aos constrangimentos sociais por eles sentidos, estes continuam a ser campos de intervenção actuais. Solidária e aberta à sociedade, a Cooperativa já abrigou a companhia de teatro Seiva Trupe, acolhendo actualmente no seu imenso espaço mais de 20 associações e colectividades. Paulo Jorge Teixeira, Presidente eleito no final de 2012, fala-nos da Cooperativa, do associativismo e da adesão à rede Animar.

PJT

Como, quando e em que circunstâncias foi criada a Cooperativa Portuense?
A CSSPP resulta de uma fusão efectuada em 1900, de várias Associações e Cooperativas operárias que existiam no Porto.
No entanto, consideramos 1893, como o acto fundador dos valores e princípios desta Cooperativa, com a criação do Instituto de Instrução Antero de Quental.
Surge no meio operário, segundo a ideia e modelo da Casa do Povo de Bruxelas, com intuitos Associativos, Culturais (alfabetização das pessoas) e sobretudo Assistenciais, terminar com os funerais de vala comum e dar até na morte dignidade a quem tanto sofreu na vida.

Actualmente, a que se dedica a Cooperativa, que tipo de actividades desenvolve?
Hoje em dia, 120 anos depois deste acto fundador, as preocupações são as mesmas, as necessidades são iguais e as metas a atingir continuam as mesmas.
As grandes vértices pelo qual somos conhecidos, são os subsídios de funerais que damos, e que completam para as famílias o acto do funeral, e através das nossas Clínicas (Porto e Vila Nova de Gaia), assistimos diariamente largas dezenas de Associados, a preços substancialmente mais baratos do que os do Serviço Nacional de Saúde.
Isto tudo sem filas, sem esperas, dando e proporcionado os melhores cuidados médicos e de enfermagem possíveis.
Somos também viveiro de Associações dado termos no nosso 2º andar, uma vintena de salas onde as Associações e colectividades populares da cidade podem nascer e crescer com confiança, a exemplo do que se verifica há mais de 50 anos.

É frequente dizer-se que o associativismo, e o cooperativismo em particular, atravessam uma crise, que já não atrai os jovens. Sentem isso? Como pensam ultrapassar essas dificuldades?
Não concordo com a maneira como a frase é dita, existe sim uma crise de pessoas dedicadas às Associações mais antigas, mas acho que nascem também mais.
O problema é mais vasto, e não temos aqui tempo para o escalpelizar eficazmente.
A razão reside numa total ausência de sentido e valor de comunidade, pois deixamos, nos últimos 40 anos, de pensar em termos de grupo, de comunidade, e até de Povo.
Estamos agora a pagar o preço.
Contudo, acho que já batemos no fundo, e estes tempos são propícios a isto mesmo, e ao reforço dos laços.
A crise cria oportunidades e sobretudo no 3º sector, o mais justo e mais eficiente, porque liga pessoas entre si, a época em que vivemos será de crescimento. Nós vemos isto mesmo nos últimos meses aqui na Cooperativa.
Em quatro meses, já entraram em número cerca de 45 % dos sócios totais que entraram no ano passado.
Como ultrapassar isto? Com trabalho, ouvindo e tendo a humildade de ir aos sócios falar com eles, e sendo útil e fazendo coisas necessárias, se o trabalho for bom e soubermos motivar os 18.000 Associados, achamos que iremos crescer.

Vocês aderiram recentemente à rede Animar. Porque?
É verdade, por várias razões que passo a elencar.
Porque acreditamos no projecto, e na equipa que o dirige, e porque queremos fazer mais.
Pela partilha de valores e princípios que acreditamos existir na rede, e sobretudo e mais importante, porque juntos todos podemos fazer mais dar mais e contribuir para o crescimento deste nosso 3º sector.

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