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Práticas de Inovação Social

Gabinete de Apoio à Vítima do Alto Alentejo Oeste

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: Gabinete de apoio à Vítima do Alto Alentejo Oeste
Prática em: Referenciação
Entidade Responsável pela Prática: Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Pessoa de Contato na Entidade: Alexandra Gaio
E-mail: apav.altoalentejo@apav.pt
Página Web e/ou Redes Sociais: https://apav.pt
Telefone: 242094732

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Cidadania e Igualdade, Violência Doméstica, Outros
Objetivos e finalidade da Prática: A APAV tem como missão apoiar as vítimas de todos os tipos de crime, as suas famílias e os seus amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais, bem como contribuir para o aperfeiçoamento das políticas públicas, sociais e privadas centradas no estatuto da vítima.

No âmbito da Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género, visando uma territorialização das respostas na área da violência, enfatizando as ações de formação, sensibillização e aprofundamento do conhecimento, devidamente articulado, designadamente com as forças de segurança, as entidades com competência em matéria de proteção social e as organizações não governamentais, tendo em vista uma cobertura nacional progressiva dos serviços de apoio e protecção à vítima, pretendeu-se incidir nos territórios mais desprovidos de respostas na área da violência doméstica e de género, implementando uma estratégia para o desenvolvimento de um trabalho em rede que promova as condições mínimas necessárias ao apoio e proteção das vítimas, por forma a alcançar uma resposta mais eficaz e eficientes, por via da harmonização e articulação dos esforços entre os parceiros no terreno com a estrutura de atendimento às vítimas.
Desta forma, esta prática tem como objectivos, entre outros:
a) Desenvolver um processo de territorialização das respostas na área da violência doméstica e de género, promovendo a realização de iniciativas conjuntas ou de ações concertadas;
b) Promover as condições necessárias ao apoio e protecção das vítimas de violência doméstica e de género, por forma a assegurar a confidencialidade e o eficaz encaminhamento e acolhimento das diferentes situações;
c) Assegurar que o encaminhamento das vítimas de violência doméstica e de género se proceda de acordo com o respectivo suporte financeiro, técnico e logístico, de molde a rentabilizar os recursos e apoios disponíveis;
d) Promover a troca regular de informação, considerada relevante pelas entidades parceiras;
e) Consolidar esforças e elaborar referenciais de atuação conjunta para a definição e harmonização de intervenções, tendo em vista a melhoria das respostas na área da violência doméstica e de género, por forma a proceder à cobertura progressiva dos serviços de apoio e proteção à vítima no âmbito geográfico de actuação do Gabinete;
f) Colaborar na dinamização de ações de capacitação sobre violência doméstica e de género, assim como na divulgação da Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género;
g) Promover a realização de estudos e diagnósticos que visem a permanente adequação das respostas à problemática da violência doméstica e de género.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Apoio a Vítimas de todos os tipos de crime, seus familiares e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais, ao nível da prestação de apoio psicológico, jurídico, social, emocional e prático.
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade; Município de Alter do Chão; Município de Avis; Município do Crato; Município de Fronteira; Município de Gavião; Município de Nisa; Município de Ponte de Sor; Município de Sousel; Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género; Centro Distrital de Segurança Social de Portalegre; Delegação Regional do Alentejo do Instituto do Emprego e Formação Profissional; Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares - Direção de Serviços da Região Alentejo; Administração Regional de Saúde do Alentejo; Procuradoria da Comarca de Portalegre; Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P.; Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais; CPCJ de Alter do Chão; CPCJ de Avis; CPCJ do Crato; CPCJ de Fronteira; CPCJ de Gavião; CPCJ de Nisa; CPCJ de Ponte de Sor; CPCJ de Sousel; Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Portalegre; Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Portalegre; Instituto Politécnico de Portalegre; Federação de Bombeiros do Distrito de Portalegre
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Inovação Social, Igualdade de Género, Equidade e Inclusividade

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

PARTICIPAÇÃO: -
IGUALDADE DE GÉNERO: -
INOVAÇÃO SOCIAL: -
TRANSPARÊNCIA E RESPONSABILIZAÇÃO: -
EQUIDADE E INCLUSIVIDADE: -

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: Pretende responder à problemática da criminalidade, prestando apoio às vítimas da mesma.
Foi implementado o Gabinete de Apoio à Vítima do Alto Alentejo Oeste, com sede em Ponte de Sor e em regime de itinerância, que presta apoio a vítimas de todos os tipos de crime da região do Alentejo, circunscrevendo a sua actuação na área da violência doméstica aos municípios de Alter do Chão, Avis, Crato, Fronteira, Gavião, Nisa, Ponte de Sor e Sousel, aos quais a equipa se desloca todas as semanas para realização de atendimentos presenciais.
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: Foi necessário desde logo projectar a criação e implementação do Gabinete, a montagem da logística e instalação do projeto, a seleção de recursos humanos para a equipa de Técnicos de Apoio à Vítima do Gabinte, bem como a sua formação. Foi também necessário proceder à identificação e levantamento das estruturas de proximidade com a população no território abrangido, ao levantamento das necessidades das comunidades locais de forma a identificar problemas locais e também reforçar o apoio às vítimas de crime, desenvolvendo estratégias específicas que permitam suprir falhas e lacunas identificadas. Procedeu-se também à identificação e implementação dos locais de atendimento a vítimas de crime nos oito municípios parceiros, bem como à construção de rede de parcerias (formais e informais).
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: -
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: -
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: -
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: -
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: -
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: -

5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: -
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: -
Mostrar Entrada no Site: Sim, quero mostrar a minha entrada no site

Redes e Parcerias

Parceiro1 Cases   Parceiro2 Ripess   Parceiro3 CNES   Parceiro4 Comuna Carta Portuguesa para a Diversidade

Financiado Por

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