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Práticas de Inovação Social

Projeto Círculo de Conhecimento

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: Projeto Círculo de Conhecimento
Prática em: Referenciação, Reconhecimento
Entidade Responsável pela Prática: EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Setúbal
Pessoa de Contato na Entidade: Ana Vizinho
E-mail: setubal@eapn.pt
Página Web e/ou Redes Sociais: http://eapn.pt/
Telefone: 265535330

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Formação / Capacitação, Inovação Social, Boa Governação, Transparência e Participação
Objetivos e finalidade da Prática: O projeto proporciona a aquisição e partilha de conhecimentos entre organizações e profissionais, que atuam no Terceiro Setor no distrito de Setúbal.
Num momento de fortes constrangimentos financeiros das organizações do 3ºsetor, que dificultam o acesso a informação e conhecimento específicos, o Projeto criou 1 “estrutura” colaborativa, chamada círculo de conhecimentos, que visa assegurar momentos de aprendizagem e aquisição de conhecimentos, através do trabalho em rede/parceria entre os/as que vão compondo o Círculo. Do encontro entre necessidades formativas e Organizações/profissionais disponíveis para partilhar conhecimentos, criam-se momentos de aprendizagem, (ações de formação ou Workshops formativos).
Os objetivos são: a)Proporcionar a aquisição de conhecimentos e competências a profissionais; b)Proporcionar a partilha de informação/conhecimentos/saberes entre profissionais e c)Valorizar a experiência e o conhecimento adquiridos pelos/as profissionais do terceiro setor.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Organizações, profissionais, voluntários/as que atuam no âmbito do terceiro setor no distrito de Setúbal.
Mais recentemente, em 2016, alguns dos momentos de aprendizagem, concertados em parceria por várias organizações/profissionais, passarão também a abranger utentes/beneficiários/as abrangidos em projetos/respostas das organizações parceiras.
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: ACM/YMCA
Associação Meninos de Oiro
Banco Alimentar de Setúbal
Centro Comunitário da Quinta do Conde
Centro Jovem Tejo
Centro Paroquial de Bem-Estar Social da Arrentela
Centro Social da Quinta do Anjo
Centro Social de Palmela
Cercizimbra
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Setúbal
SEIES
António Cardoso Ferreira: Associado Individual EAPN Portugal
Maria José Cardoso Ferreira: Associada Individual EAPN Portugal
Não existe formalização de parceria.
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Participação, Inovação Social

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: Impossibilidade de aceder/adquirir/consolidar conhecimentos por parte de organizações/profissionais do terceiro setor, pela sua incapacidade de custear a participação em momentos formativos provocada por dificuldades financeiras/sustentabilidade. Criou-se 1 “estrutura” colaborativa, entre organizações/profissionais do terceiro setor no distrito de Setúbal, de partilha de recursos, conhecimentos/experiências, disponibilizando-os entre si sem custos envolvidos e numa perspetiva de trabalho em rede
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: Competências relacionadas com gestão de rede e parceria.
[...]
(A restante informação encontra-se descrita no "Descritor da Prática" disponível em anexo)
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: Organizações/profissionais parceiras são envolvidas em reuniões de parceria; e e-mails de partilha de documentos/informação. As organizações/profissionais podem aderir ao círculo através de ficha de adesão dada em cada sessão. As sessões de partilha de conhecimentos dirigem-se a organizações/profissionais do terceiro setor, podendo inscrever-se mediante ficha de inscrição disponibilizada por sessão. Os utentes das organizações parceiras inscrevem-se voluntariamente nas sessões a si destinadas.
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: Criação de 1 projeto: para impedir leitura de sessões a vulso. Montagem de sessões: Ficha de levantamento: Conhecimentos a Adquirir, Conhecimentos para Partilha e Recursos Disponíveis; Definição de ações muito práticas de curta duração (máxima de 6h); Calendário Anual (listagem de ações: Título; data; duração; Facilitador@s; Local); Reuniões de parceria. Documentos comuns (Plano de sessão; Folha presenças, Grelha pessoas inscritas (envio a Facilitador@s); Para envolvimento de participantes: Folheto de divulgação+ficha de inscrição (com logotipo: projeto, EAPN, organização que dinamiza e que acolhe) enviado por e-mail a organizações/profissionais do 3ºsetor no Distrito (BD de contactos d@s parceir@s). Certificado de participação ou Certificado de Formação Profissional. Para adesão de nov@s parceir@s: Ficha de adesão ao círculo. Avaliação: Questionário de avaliação; documento síntese da avaliação de cada sessão; documento anual de avaliação das sessões disponibilizado a parceir@s
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: Nem todas as organizações/profissionais que participaram nas sessões conseguiram inicialmente identificar conhecimentos para partilha, em reunião de parceir@s foram analisadas em separado: umas foram desafiadas a disponibilizar recursos (instalações; meios); outras foram desafiadas a partilhar projetos/conhecimentos específicos que identificámos. No levantamento de conhecimentos para partilha, registaram-se alguns conhecimentos iguais/idênticos de organizações/profissionais diferentes. A dinamização de sessões sobre esses temas passou a ser assegurada em conjunto por mais do que uma organização/profissional. Existindo reuniões próprias de concertação e planeamento. Nº muito elevado de ações de conhecimentos para partilha, e nº muito elevado de inscrições em cada sessão, o que dificulta a gestão do projeto/ações. Está a ser equacionada nova forma de coordenação do projeto, organização/distribuição de tarefas/responsabilidades.
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: Competências de articulação rede/parceria - conhecer o Outro, colaborar para um fim comum e descoberta de soluções. Conhecimento sobre necessidades formativas existentes no território, e de algumas categorias profissionais mais “carentes” de formação/informação. Competências relacionadas com conhecimento dos recursos/projetos/experiências e atores-chave existentes no território; Competências relacionadas diretamente com os conhecimentos/práticas adquiridas nas sessões promovidas. Competências relacionadas com a montagem/planeamento e programação das sessões no que se refere por exemplo à definição/seleção de conteúdos programáticos; utilização/preenchimento de documentação obrigatória comum (sobretudo no caso das ações de formação certificadas) (ex: plano de sessão); metodologias e dinâmicas de apresentação/facilitação; utilização de recursos técnico-pedagógicos e estratégias de avaliação.
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: Entre 2012 e 2015 foram promovidas 41 sessões (entre ações de formação e Workshops) que envolveram um total 1026 participantes. O que corresponde a uma média de 256 participantes/ano. Sem a existência do projeto, provavelmente muit@s dest@s participantes não teriam participado em momentos formativos, o que tem justificado a continuidade do projeto e reforçado a sua mais-valia. O facto das sessões serem dirigidas a profissionais independentemente da categoria profissional a que pertencem e não implicarem pagamento de inscrição, tem permitido a participação de categorias como por exemplo auxiliares e ajudantes. Estas categorias nem sempre constituem a prioridade no investimento na formação/atualização de conhecimentos por parte das organizações e, nem sempre as ações promovidas noutros contextos preveem a sua participação. O facto de se ter verificado a adesão de nov@s parceir@s , tem permitido a viabilidade do projeto, garantindo-se a partilha de novos recursos e conhecimentos.
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: Descritor da Prática

Anexo 1 - Ficha para levantamento de necessidades/ofertas/recursos disponíveis (inicio do ano)
Anexo 2- Fotos : grelhas para criação conjunta do calendário anual de sessões (reuniões) -+ Fotos sessões
Anexo 3- Exemplo de Calendário Anual
Anexo4- Exemplo Documento de Ponto de Situação (monitorização)
Anexo5- Exemplo de folheto de divulgação de sessão – Ação de formação
Anexo6- Exemplo de folheto de divulgação de sessão – Workshop
Anexo7- Exemplo plano de sessão
Anexo8- Exemplo síntese avaliação de sessão
Anexo9 – Ficha de descrição do processo de construção do projeto – Oficina “do blá blá à partilha do processo”

Anexos

A2-Fotos_PCC.pdf
A1-Ficha_NecessidadesOfertas.pdf
A9-FichaPratica-PCC-2016.pdf
A8-Avaliau00e7u00e3o-AtendimentoCliente_2014.pdf
A7-Plano-Sessu00e3o-2014.pdf
A6-TrainingTransformation_2014.pdf
A5-Intervenu00e7u00e3o-com-Grupos-Familias_2012.pdf
A4-Ponto-situau00e7u00e3o-jul-Dez-2015.pdf
A3-Calendu00e1rio-2013.pdf
Descritor-da-Pru00e1tica2.pdf

5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: O problema de partida que levou à criação do projeto repete-se noutros territórios (dificuldades financeiras/sustentabilidade das organizações do 3ºsetor), pelo que a sua pertinência e soluções criadas são transferíveis a outros locais/organizações. A replicação do projeto pode ser uma reposta à incapacidade das organizações/profissionais acederem ao conhecimento/formação, garantindo sessões para este efeito sem custos relacionados (pagamento a Formador@s, de inscrições). O tempo/espaço/conhecimento são disponibilizados de forma voluntária e colaborativa por e entre organizações/profissionais. O facto de serem sessões gratuitas e muito práticas, tem permitido o envolvimento de categorias profissionais nem sempre prioritárias no investimento na formação nestas organizações (ex: ajudantes de ação direta, auxiliares). Em simultâneo é uma oportunidade de valorizar os recursos e conhecimentos já existentes no território e, de valorizar o trabalho em rede e parceria.
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: Já partilhámos o processo de construção do projeto no âmbito da Oficina “do blá blá à partilha do processo”, promovida em 2016 no Centro de Cidadania Ativa em Setúbal e, estamos disponíveis para o fazer noutros momentos do género ou de carácter diferente no distrito de Setúbal ou noutros territórios. Estamos disponíveis para partilhar o processo de criação, o contorno das dificuldades/ as incapacidades e sucessos encontrados, etc. Estamos também disponíveis, em parceria com a Rede ANIMAR, para ajudar na montagem de “replicações” adaptadas às organizações e territórios que o pretendam implementar, disponibilizando-nos para reuniões, partilha de documentação, instrumentos de trabalho, etc.
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