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Práticas de Inovação Social

RUFOS LUSITANOS

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: RUFOS LUSITANOS
Prática em: Referenciação, Reconhecimento
Entidade Responsável pela Prática: Associação Cultural “Cantar Nosso”
Pessoa de Contato na Entidade: Albina Dias
E-mail: albina-dias@hotmail.com
Telefone: 966908703

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Crianças e Jovens, Cultura, Inclusão Social, Voluntariado
Objetivos e finalidade da Prática: Criar desafios; desenvolver dinâmicas de grupo; aumentar a autoestima e a concentração; melhorar a coordenação motora; ocupação em regime de voluntariado; integrar os jovens realçando o seu valor pessoal; criar hábitos culturais e desenvolvimento intelectual.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Beneficiários diretos: jovens participantes

Beneficiários indiretos: comunidade regional
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: Informais: Junte de Freguesia de Golegã, Câmara Municipal de Golegã, associações locais e regionais, Fundação INATEL, paróquia e agrupamentos escolares

Formal: Associação Cultural “Cantar Nosso”
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Participação

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: Ocupação dos tempos livres.

Participação ativa e cidadania, apropriação dos tempos disponíveis dos jovens em regime criativo, de desenvolvimento global e equilibrado das suas capacidades.
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: Dois Jovens Voluntários/formadores com 3º e 5º ano de conservatório de música.

• Supervisão no campo da psicopedagogia do grupo.
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: Através do meio que é a música, a sua magia e mais tarde pela relevância e prazer da participação e sucesso em espetáculos públicos como o “ É DE FONES” do INATEL realizado no Rossio em 23 maio 2015.
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: Pedagogia musical apelativa, noção de disciplina e autoridade não imposta, cumprimento de horários e linguagem juvenil.
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: Falta de instrumentos de percussão e indumentários na fase inicial. Adquiriram-se gradualmente em função do sucesso do projeto. Dificuldade principal “disseminação horizontal”, o que no seio da comunidade não é fácil. Os jovens aderem pouco a atividades desportivas e culturais. Tem vindo a ser combatido pela persistência e o convite personalizado.
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: O grupo tem sido solicitado para ações das instituições locais, tais como inauguração do painel José Saramago na EB Martins Correia entre outras. A nível interno a existência deste braço associativo reforça a missão do parceiro formal que os criou e apoia “Casa da Música” – Associação Cultural Cantar Nosso.
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: A nível económico não! A nível humano e no sentido do cumprimento da missão de bem servir da associação que os alberga, sim! A viabilidade do grupo é subjetiva devido à instabilidade de interesses dos jovens nestas idades.
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: - Fotografias

- Recorte de Jornal

Anexos

Cantar-Nosso_Evidencias.pdf

5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: Na comunidade tem sido, pois somos convidados para animar os seus eventos. A longo prazo cada jovem transportará a “gene” das experiências e competências adquiridas para outros horizontes, a começar pela família, trabalho, convívio e lazer, associativismo, etc…
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: Na medida do possível seria sempre do nosso interesse. Tem sido política da casa em 30 anos tirar, dar e receber o mais possível de cada nova situação que se nos depara.
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