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Práticas de Inovação Social

Atividades lúdicas e pedagógicas com jovens institucionalizados e jovens portadores de deficiência

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: Atividades lúdicas e pedagógicas com jovens institucionalizados e jovens portadores de deficiência
Prática em: Referenciação
Entidade Responsável pela Prática: FAJUDIS – Federação das Associações Juvenis do Distrito de Santarém
Pessoa de Contato na Entidade: Jorge Claro
E-mail: fajudis@gmail.com
Página Web e/ou Redes Sociais: http://www.fajudis.org/
Telefone: 927121456

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Crianças e Jovens, Inclusão Social
Objetivos e finalidade da Prática: Promover a integração social dos jovens institucionalizados e dos jovens portadores de deficiência e a interação com outros jovens, numa sensibilização para a solidariedade, tolerância e “luta” contra a marginalização e exclusão dos mesmos.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Jovens institucionalizados e jovens portadores de deficiência de instituições do distrito de Santarém.
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: Lares de infância e juventude do distrito de Santarém, Centros de acolhimento temporários do distrito de Santarém, Centro de integração e reabilitação do distrito de Santarém, Câmaras Municipais do distrito de Santarém, Juntas de Freguesia do distrito de Santarém, Associações Federadas na FAJUDIS, entre outros.
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Participação

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: Esta prática pretende criar momentos lúdicos e pedagógicos a jovens institucionalizados e portadores de deficiência. Assim damos a oportunidade de sair do seu meio e poder participar em visitas e atividades que lhes deem conhecimentos e proporcionem bem-estar social e psicológico. Foram criados diversos projetos, onde uma equipa multidisciplinar planificou e realizou diversas atividades para estes, tendo sempre em atenção a parte lúdica e pedagógica e as limitações de cada público-alvo.
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: As pessoas envolvidas nesta prática participam ativamente e voluntariamente nas atividades da Federação, têm experiência no trabalho associativo com e para jovens e na dinamização e participação em projetos e iniciativas. São movidas pela curiosidade, pelo conhecimento dos seus próprios pontos fortes e fracos, confiança, tolerância, capacidade de decisão, capacidade para resolver problemas, resiliência, capacidade de adaptação, autonomia, comportamentos de iniciativa e de trabalho em equipa.
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: Esta prática visa promover a integração social dos/as jovens portadores/as de deficiência e jovens institucionalizados, a interação com outros/as jovens, numa sensibilização para a solidariedade, tolerância e “luta” contra a marginalização e exclusão dos mesmos.Para tal, são dinamizadas visitas, atividades e ações de educação não-formal descentralizadas para jovens portadores de deficiência e jovens institucionalizados, promovendo a igualdade de oportunidades, a inclusão social, a solidariedade.
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: Através de metodologias não-formais nomeadamente, visitas, workshops criativos de expressão plástica, dramática e musical, ateliers de reciclagem, e atividades lúdico-pedagógicas pretendemos abranger diversas temáticas nomeadamente, a criatividade, o empreendedorismo, a inovação, o papel dos jovens, enquanto cidadãos europeus na preservação do meio-ambiente, a reflexão sobre estilos de vida saudáveis através da prática desportiva e o mundo de oportunidades que existe.
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: Foram encontradas diversas dificuldades, nomeadamente, a falta de interesse inicial dos jovens face ao projeto. Outra das dificuldades encontradas foi a falta de recursos financeiros para o desenvolvimento das atividades e visitas.
Relativamente aos jovens, com o tempo e ajuda das atividades e dos técnicos das instituições, foi feita uma aproximação cada vez maior. Com o tempo foram criados laços de proximidade.
Em relação à falta de recursos financeiros, esta situação foi ultrapassada com voluntariado e apoios de várias entidades, nomeadamente associações federadas na FAJUDIS, Municípios, Juntas, etc.
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: Esta prática contribuiu não só para o reforço das competências dos jovens participantes, mas também de toda a equipa multidisciplinar envolvida, dos parceiros e entidades que o apoiaram.
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: Esta prática, apesar de ser uma prática social, não é autossustentável a não ser com uma equipa de voluntários e vários apoios a nível monetário, de equipamentos e materiais.
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: https://www.facebook.com/Federa%C3%A7%C3%A3o-Fajudis-211463305690729/?fref=ts

www.fajudis.org

5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: Ao serem cada vez mais aplicadas estas práticas, temos oportunidade de combater a exclusão social e proporcionar aos jovens uma vida mais igualitária.
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: A federação está disponível para partilhar conhecimentos com entidades de forma a dar continuidade aos projetos.
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