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Práticas de Inovação Social

Práticas de participação em Centro de Acolhimento Temporário

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: Práticas de participação em Centro de Acolhimento Temporário
Prática em: Referenciação, Reconhecimento
Entidade Responsável pela Prática: Associação de Amigos da Criança e da Família “Chão dos Meninos”
Pessoa de Contato na Entidade: Paula Nobre de Deus
E-mail: geral@chaodosmeninos.pt
Página Web e/ou Redes Sociais: http://www.chaodosmeninos.pt/
Telefone: Sem informação

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Crianças e Jovens
Objetivos e finalidade da Prática: Objetivos: Promover a educação para a cidadania, o protagonismo social das crianças e jovens, criar autonomia, promover a participação nas várias etapas do projeto/Acão a desenvolver: Promover aprendizagens através dos 4 pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser.

Finalidades: Criar um projeto que vá ao encontro dos gostos das crianças e jovens e que fomente uma cultura de responsabilização e de direito à participação. Através de práticas de educação para o empreendedorismo, desenvolveu-se um projeto denominado “Capricho Guloso”, que tinha como finalidade, a elaboração de bolos e doces conventuais.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Crianças e Jovens Acolhidas na Valência de Centro de Acolhimento Temporário. 10 são crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 12 anos, de ambos os sexos e 22 jovens do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 13 e os 21 anos. As crianças e jovens institucionalizadas são um grupo marcado pela separação do seu meio familiar e pelo acolhimento. De forma geral apresentam dificuldades psicológicas, motivacionais, cognitivas e interpessoais e por isso com mais dificuldade em participar
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: APPACDM, Liga dos Amigos do Hospital, lojas de produtos tradicionais.
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Participação

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: Esta prática pretende responder à falta de implicação das crianças e jovens em todos os aspetos relativos à sua própria vida e a todos os processos sociopolíticos. A instituição sentiu necessidade de colmatar esta problemática, da falta de participação das crianças e jovens. A solução encontrada foi implicar as jovens em projetos/atividades realizadas através da metodologia de projeto.
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: Com o desenvolvimento da prática adquiriram-se competências como a responsabilidade, onde as jovens aprenderam a cumprir as tarefas pelas quais tinham ficado responsáveis, a trabalharem em grupo e a respeitaram os tempos de cada um/a (de aprendizagens e de trabalho). Desenvolveram a criatividade e o aprender a aprender, o aprender a fazer, e o aprender a ser.
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: Indo ao encontro dos gostos pessoais das crianças e jovens lançou-se uma ideia, permitindo que as crianças e jovens decidissem o que vai acontecer e o concretizassem, sob supervisão da equipa técnica e educativa, ao nível da sua planificação, organização e execução e avaliação.
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: Iniciou-se o projeto com um interesse comum por todas as jovens. A partir daqui através de reuniões, decidia-se em conjunto e por unanimidade quais os passos seguintes, assim como, as regras do grupo. Estas decisões ficavam sempre em ata assinada por todas as presentes na reunião.
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: As maiores dificuldades sentidas foram manter as jovens motivadas ao longo do projeto. Conseguiu-se superar porque as atividades que eram feitas tinham sido decididas por todas em reunião.
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: O desenvolvimento da prática contribui para a aquisição de novas aprendizagens de forma biunívoca. Todos os envolvidos (jovens, equipa técnica e educativa), exploraram novas oportunidades, não deixando que os seus recursos inicias condicionassem as suas ações, aprenderam a ser dinâmicos, a procurar o sucesso e a ser inovadores. Aprenderam a cooperarem e a trabalhar em grupo, a ter ideias e a tentá-las pôr em prática. Aprenderam a importância de criar valor e a não ter medo de correr riscos. Esta prática implementou uma nova dinâmica na casa aproximando as jovens das várias equipas, juntando os seus diferentes saberes para o sucesso da ação.
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: A dinâmica em que se desenvolveu este projeto demonstrou que se consegue auto financiar através das vendas dos produtos e que tem viabilidade para ter continuidade através de parcerias. A nível de mais-valias também demonstrou que as jovens alteraram comportamentos durante o decurso do projeto em que foram adquirindo competências.
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: Fotos, atas

Anexos

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5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: Aumentar recursos das jovens, incrementar a sua autonomia na sociedade (ganhar o dinheiro para a sua mesada); desenvolvimento das crianças e jovens como cidadãos/ãs; crianças/jovens em contexto de risco têm uma conotação negativa – ter um produto em que têm uma gerência do processo é importante para a sua autoestima e de perspetiva de futuro.
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: Permitir a possibilidade de participar em sessões skype para divulgar a prática um pouco por todo o país, onde a ANIMAR organizar sessões/oficinas de incorporação de práticas depois do terminus do projeto.
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