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Práticas de Inovação Social

PROVE – Promover para Vender

1. Identificação da Entidade – Prática

Qual a designação da prática: PROVE – Promover para Vender
Prática em: Referenciação
Entidade Responsável pela Prática: ADER-SOUSA
Pessoa de Contato na Entidade: Carla Dias
E-mail: carladias@adersousa.pt
Página Web e/ou Redes Sociais: http://www.adersousa.pt/
Telefone: 255311230

2. Identificação da Prática de Qualificação / Capacitação /Inovação Social

Identificação das áreas temáticas (Escolher a(s) opção/opções que melhor enquadre a prática): Desenvolvimento Rural
Objetivos e finalidade da Prática: O PROVE – Promover e Vender inscreve-se numa abordagem de desenvolvimento da economia local e tem como objetivos estabelecer laços de união entre habitantes das zonas rurais – produtores – e das zonas urbanas – consumidores. Assim, foram criados núcleos de produtores agrícolas para venderem em conjunto e diretamente ao consumidor final os seus produtos hortícolas e frutícolas.
Beneficiários e destinatários - público-alvo: Produtores locais e consumidores.
Parceiros comprometidos com a prática [Indique as organizações comprometidas, formal e informalmente, com a prática]: Desde a implementação do projeto até à sua implementação localmente foram vários os parceiros envolvidos – ADLS, produtores, consumidores, técnicos de entidades locais, entre outros.
Identificação do Princípio(s) em que a prática se inscreve. Selecione uma ou mais das seguintes opções: Participação

3. Fundamente a(s) escolha(s) acima referida(s): apenas o princípio que quer ver referenciado ou reconhecido

4. Caracterização e Construção da Prática

A que problema pretende responder? Que solução foi implementada?: O PROVE visou a promoção de novas formas de comercialização de circuito curto, nomeadamente de produtos agrícolas, entre pequenos produtores e consumidores, de modo a dar um contributo importante para o escoamento dos produtos locais e a melhorar as relações de proximidade entre quem produz e quem consome.
Que competências foram necessárias para a construção da prática?: Os bons resultados alcançados com o Prove, que foi testado e desenvolvido inicialmente em Palmela e Sesimbra, permitiu replicar a experiência noutros territórios, como foi veio a acontecer no território da ADER-SOUSA. Para tal, participou numa série de atividades (seminários, formação, workshops, reuniões temáticas)com o objetivo de aquisição de conhecimentos para posterior aplicação da metodologia no seu território.
Como foram envolvidos os beneficiários e destinatários da prática?: Participação no seminário de lançamento sobre a temática da “Comercialização de Proximidade”. Angariação entidades produtores na apropriação do processo de comercialização de proximidade, através de realização de reuniões territoriais; participação em feiras locais, workshops de mediadores, ações de sensibilização na região para produtores e consumidores e divulgação direta em várias instituições e distribuição de panfletos e criação do site.
Que metodologias e instrumentos foram utilizados?: A Ader-Sousa associou-se ao projeto PROVE – Promover e Vender com o objetivo de disseminar a sua metodologia junto dos agricultores do seu território. Participação em atividades de apropriação da metodologia PROVE; implementação no seu território, através de realização de seminário (para divulgar o projeto de forma a estimular os agricultores a aderirem ao mesmo, assim como as instituições locais e regionais para esta nova forma de comercialização dos produtos locais), seguindo outras ações como oficinas, intercâmbio de atores locais, visita a explorações com o objetivo de dar a conhecer o projeto localmente; ações de demonstração; foi desenvolvido um site, um software de gestão para os produtores, uma campanha publicitária na RTP2, publicação de diversas reportagens em revistas e edição de diverso material de promoção (t-shirts, aventais, reedição de uma banda desenhada para os produtores com exemplo de boas práticas, e brochura com os resultados finais do projeto).
Que dificuldades e obstáculos foram encontrados? Quais as formas encontradas para os superar?: Inicialmente a adesão à iniciativa quer de produtores quer de consumidores. Posteriormente, e com a criação dos primeiros núcleos esta foi sendo ultrapassada, entrando mais produtores e consumidores, alargando-se inclusive a entrega de cabazes à área metropolitana do Porto.
A prática contribuiu para o reforço das competências dos atores, agentes e organizações envolvidos na sua construção? Quais e em que medida?: A iniciativa permitiu criar uma forma alternativa para o escoamento da produção agrícola dos produtores locais, o reconhecimento do trabalho agrícola por parte dos consumidores, promover novas formas de comercialização, melhorar as relações entre quem produz e consome, estimular o empreendedorismo em meio rural, e reconhecimento da importância da atividade agrícola para a sustentabilidade e desenvolvimento do território. Assim, a construção de processos territoriais de proximidade estimula a competitividade territorial uma vez que ancoram na sua intervenção o estabelecimento de uma rede de parceiros, produtores e consumidores obtendo sinergias que revertem na criação de fatores,originando territórios mais competitivos e valorizados.
A prática demonstra valor e mais-valias que garantem a sua autossustentação e viabilidade?: O compromisso de comercialização direta assumido entre produtores e consumidores permite melhorar as condições de escoamento dos produtos, abrindo caminho para o desenvolvimento de outras iniciativas que contribuam para o desenvolvimento sustentável do território. Através de uma cooperação interterritorial é possível potenciar complementaridades e aprendizagens, adquirir novas competências e criar novas intervenções nas zonas rurais. O PROVE apresenta-se com uma metodologia autossustentável que pretende que se criem novas dinâmicas associativas. Agricultores mais fortes e competitivos, estimulados pela interação com os consumidores, contribuirão para um tecido económico e social local mais fortalecido. O sucesso deve-se aos produtores locais que são empreendedores e abraçam a iniciativa desde que são abordados pelos agentes de desenvolvimento local.
Liste e anexe evidências relevantes para aprofundamento da prática (links sites, fotografias, documentos resumo, documentos síntese de avaliação, testemunhos, notícias, etc.: Descritor da Prática

5. Transferência, Incorporação e Disseminação da Prática

Em que medida pensa que a prática pode ser útil a outras organizações?: Esta iniciativa pode ser implementada, tal como aconteceu com a Ader-Sousa e outras ADL´, é uma metodologia que contribuiu para o escoamento de produtos locais, fomenta as relações de proximidade entre quem produz e quem consome, e estabelece circuitos curtos de comercialização entre pequenos produtores agrícolas e consumidores. O consumidor terá a possibilidade de experimentar um conjunto de produtos variados, através da aquisição de cabazes de frutas e legumes de elevada qualidade.
Em que medida estaria disponível para apoiar uma adaptação da prática a outros contextos ou trabalhá-la em parceria com a Rede ANIMAR?: Esta associação está disponível para colaborar com outras entidades que estejam interessadas na implementação da metodologia de intervenção PROVE nos seus territórios.
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